3 Peculiaridades que gostaríamos de ter

Fomos, em quatro, assistir O Lar das Crianças Peculiares. E foi amor: achamos o filme envolvente, a história bem desenvolvida e ficamos apaixonadas ao ver o quanto o Asa Butterfield está crescendo e continuando um ótimo ator. E, apesar às críticas (válidas) ao diretor Tim Burton, a verdade é que gostamos muito do filme.

Pensando nisso e na proposta da Semana O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, feita pela Intrínseca, escolhemos três peculiaridades que gostaríamos de ter.

Medusa Feelings

por Fabiana Zau

Se eu pudesse escolher uma peculiaridade, queria ter o poder de petrificar as pessoas igual Medusa. Porque assim eu poderia congelar as pessoas nas cenas e fazer o que eu tivesse vontade sem me preocupar com nada nem ninguém. Me daria uma sensação de liberdade incrível, além de evitar aborrecimentos desnecessários quando algum ser chato estivesse me irritando muito e eu não tivesse como sair correndo daquela situação e também, não pudesse responder à altura. Tipo em situações burocráticas ou de hierarquia que, infelizmente, somos obrigados a engolir sapos.

Imagina que incrível poder levantar no meio da prova, colar as respostas das questões e ainda dançar Gaga em cima da mesa do professor? Ou então, dar na cara de quem te incomoda sem ser prejudicado por isso? Agora, imagina fazer essas coisas e poder voltar ao normal como se nada tivesse acontecido? Maravilhoso, não é? Liberdade maior não há!

Controlar o ar

por Camille Labanca

Após alguns minutos ponderando se eu preferia a peculiaridade da persuasão (se é que podemos chamar assim), do controle do ar ou do controle do tempo, decidi: eu adoraria controlar o tempo. A questão não seria escolher o dia perfeito e revivê-lo para sempre — essa parte, na verdade, pouco me atrai — mas ele parecia perfeito.

Até que fizeram o favor (obrigada, Felipe, muito gentil da sua parte) de me lembrar do efeito borboleta e pronto. Tive que mudar. Não sei se quero brincar tanto assim com o “destino” e minhas escolhas, melhor deixá-las como estão e pronto. Então pensei: persuasão, claro. Exceto que não me entendo com gente que não desafia, aceita tudo que eu falo sem questionar e sem me fazer pensar em justificativas convincentes. É só… muito chato.

Então, finalmente, ficou decidido. Se eu tivesse uma peculiaridade, seria a de controlar do ar. Pensa bem: não teria motivo para ter medo de altura, poderia deixar as pessoas no vácuo e sair flutuando por aí, não correria o risco de me afogar e, de quebra, poderia espantar mariposas e baratas na base de um sopro muito bem dado.

Persuasão

por Flávia Maria Alvim

Não precisei pensar muito: persuasão é a peculiaridade ideal para mim. Pelo simples fato de que eu poderia equilibrar com a minha peculiaridade atual que é ser trouxa. Exemplos à parte, é uma lógica bem simples: não sou tímida, mas tenho zero talento para fazer com que as pessoas entendam que estou flertando com elas.

Na vida profissional, imagina a delícia de conseguir o aumento e o emprego dos sonhos? Não que eu fosse ficar parada, sem fazer nada — estando lá dentro eu seria pé no chão e mãos à obra para merecer o cargo.

E, de quebra, até parece que não usaria ára conseguir o ingresso VIP para o Rock in Rio, ou chegar ao camarim do Maroon 5, ou, melhor ainda, do Justin Timberlake. E, cá entre nós, é uma peculiaridade tão boa que até título de livro da Jane Austen é…

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