As referências de Neil Gaiman

O Oceano no Fim do Caminho e Coisas Frágeis de Neil Gaiman Nascido no Reino Unido, em Hampshire, Neil Gaiman descobriu o amor pelos livros, pela leitura e pelas histórias enquanto se apaixonava pelos escritos de C.S. Lewis (As Crônicas de Nárnia), J.R.R. Tolkien (O Senhor dos Anéis), James Branch Cabell (Jurgen, A Comedy of Justice) e Edgar Allan Poe (The Murders in the Rue Morgue).

Além de ter lido vários livros de Michael Moorcock (Jerry Cornelius), Ursula K. Le Guin (A Mão Esquerda das Trevas), Gene Wolfe (Solar Cycle) e G. K. Chesterton (O Homem que Sabia Demais). Por isso, dizer que sua infância foi em meio à bibliotecas não é exagero, desde romances a fantasia, eu gosto pela literatura de forma alguma se restringiu a um gênero.

Em seu próprio site, Neil afirma que “não seria quem é hoje se não fossem pelas bibliotecas“, admitindo que seus melhores momentos quando criança estavam quando conseguia convencer os pais a deixarem-no na biblioteca enquanto fossem trabalhar.

Provavelmente por isso mesmo que Neil Gaiman consegue escrever sobre tantos assuntos ainda que no mesmo livro, e ser tão brilhante em todos eles. Quem ficou de olho no artigo postado aqui dia 27 de junho sobre três livros do autor (Coisas Frágeis 1 e 2 e O Oceano no Fim do Caminho) já conhece a versatilidade exposta em cada livro, independentemente do gênero.

O próprio O Oceano no Fim do Caminho, lançado pela editora Intrínseca em junho, considerado o retorno após oito anos sem escrever livros adultos, é marcado pelo contraste entre o real e o fictício, ao mesmo tempo que é memória e pura ficção.

Notavelmente diferente e brilhante, sem contar obrigatória. Afinal, não é a toa que foi indicado até mesmo por John Green (de A Culpa é das Estrelas, lançado pela mesma editora). Se você ainda não conhece a história, pode saber tudo sobre ela na notícia que publicamos recentemente.

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