[Resenha] A Casa de Hades, de Rick Riordan

A Casa de Hades
Autor(a): Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Páginas: 496
Avaliação: 4.3
Capa: 4.5 Diagramação: 4.5 Conteúdo: 4

Por Helena Macedo
exclusivamente para o Projeto Beletristas

Envolvendo várias perspectivas que ligam os Deuses do Olimpo aos semideuses, propriamente ditos seus filhos meios-sangues, Rick Riordan demonstra que a união entre ambos salvará o mundo e deterá a Deusa mais antiga, a mãe Terra ou Gaia.

Houve a conclusão de que os deuses possuem várias personalidades diferentes que são dependentes do local onde conviveram durante os séculos, ou seja, variam de cultura, da mesma forma como a romana varia da grega.

Entre os personagens, sete semideuses foram escolhidos pela profecia do Oráculo de Delfos, que se encaixam três filhos dos deuses na forma romana e quatro na forma grega.

“Sete meios-sangues responderam ao chamado. Em tempestade ou fogo o mundo terá acabado. Um juramento a manter com um alento final, E inimigos com armas às Portas da Morte afinal.”

De acordo com a profecia a união desses povos, que tem uma rivalidade acirrada durante séculos, resultará na derrota das forças inimigas mais temidas. Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo restaram com a missão de chegar A Casa de Hades e impedir que seus inimigos ultrapassem as Portas da Morte, juntamente com Percy e Annbeth, que estão presos no Tártaro. O único objetivo em mente dos sete semideuses é fechar as Portas da Morte dos dois lados.

Durante o percurso mirabolante de fechar as portas, acontecem coisas inesperadas a eles: alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os filhos do Deus das Profundezas e a Mãe Terra para detê-los. Apesar das muitas jurisdições sobre alguns personagens, o livro não deixa de acompanhá-los em cada espaço.

Ainda que tenha muitas páginas, o livro conta com muitos acontecimentos interessantes e prende o leitor com situações inesperadas e ativas, fazendo com que a leitura seja rápida. Os personagens são desenvolvidas de modo cativante, criando o conceito que faz com que você vivencie os momentos.

A parte de que mais gostei foi quando Nico di Angelo enfrentou o cupido e acabou revelando a verdade de que mais temia: apaixonar-se por alguém tão diferente. Apesar de ter sido a mais vivenciada, também foi a parte mais forte e comovente, exatamente o que (imagino) Rick queria passar para as pessoas.

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