[Resenha] Battle Royale, de Koushun Takami

Battle Royale
Autor(a): Koushun Takami
Editora: Globo Livros
Páginas: 664
Avaliação: 4.8
Capa: 5 Diagramação: 4.5 Conteúdo: 5

Na República da Grande Ásia Oriental há uma espécie de programa que acontece de tempos em tempos. Uma turma de nono ano dentre todas as escolas do país é escolhida de forma aleatória para participar deste programa. Lá, eles terão que matar uns aos outros até que sobre apenas um: isso é Battle Royale.

Os alunos conhecem e sabem muito bem o que é o programa, mas nunca imaginam que possam ser escolhidos para participar de algo tão horrível, já que o país é grande e a possibilidade de ser escolhido é bem pequena.

Porém, desta vez a turma que participará do Battle Royale é a turma B do nono ano da Escola de Ensino Fundamental Shiroiwa da Província de Kagawa.

42 alunos. 42 adolescentes. Todos eles se conhecem, estudam juntos, são amigos ou pelo menos conhecidos. Cada um tem uma história de vida, cada um tem uma personalidade e cada um vai mostrar, ao longo dessas 664 páginas, quem é e o que vai fazer quando se descobrir parte deste programa.

Enquanto alguns farão de tudo para reunir o maior número de pessoas para tentar escapar da ilha, mesmo sabendo que as chances de sobreviver são nulas, outros vão partir pro ataque pensando apenas em sair dali como vencedor daquela edição.

Conhecer cada um dos personagens é uma coisa incrível. Afinal, são 42 pessoas. O foco é apenas em alguns, mas Koushun consegue nos mostrar quem é quem, já que mesmo aqueles que morrem são citados em alguns diálogos daqueles que ainda vivem, fazendo com que nós possamos conhecer cada um deles.

As semelhanças com Jogos Vorazes são visíveis e já li comentários de pessoas dizendo que o Koushun Takami plagiou a Suzanne Collins. Na verdade, Battle Royale foi escrito antes, mas não vou entrar nesta discussão porque não acho que este seja o foco deste post.

O interessante é mostrar que tenho certeza de que quem, como eu, gostou da obra de Collins, vai adorar o que Takami fez neste jogo sanguinário.

Eu me interessei tanto pelo livro e fiquei tão presa à história que acabei assistindo ao filme e lendo o mangá ao mesmo tempo, ficando ainda mais íntima dos personagens. Algumas coisas são trocadas nas adaptações.

O mangá é bem mais fiel e interessante, até mesmo visualmente falando, portanto se quiserem fazer como eu, recomendo. A única coisa que digo é: Leiam o livro todo antes de procurar as outras mídias. Assim a história do livro, que é a base, vai ficar mais correta na sua cabeça.

Se quiser saber mais sobre o que eu achei do livro, não deixe de assistir à vídeo resenha, curtir o vídeo e, claro, se inscrever no canal.

Fica, tem vídeo!

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