Resenha | Jogos do Prazer, de Madeline Hunter

Jogos do Prazer
Autor(a): Madeline Hunter
Editora: Arqueiro
Páginas: 239
Avaliação: 3
Capa: 2 Diagramação: 3 Conteúdo: 4

Personagens secundários, boa história.
Roselyn Longworth está em ruínas. Sua família arruinada. Timothy, seu irmão mais velho, um antigo banqueiro, deu um golpe em toda a alta sociedade que depositava nele a confiança para cuidar das finanças, e agora está foragido.

Para piorar, ela confiou em Norbury, filho de um conde – um homem que Rose acreditava estar encantado por ela. Acreditou que ele realmente a amasse, apesar da situação de sua família.

Só que ele não tinha intenções tão nobres. Ele a induziu em sua teia de mentiras e, na noite em que ele dava uma festa em sua casa, a leiloou entre os homens. Sua reputação acabou de se dissolver.

Só que houve uma luz ao fim do túnel. Por sorte, Kyle Bradwell estava na festa e ele deu o lance mais alto. Humilhada, porém mantendo o orgulho estampado no rosto, ela se recusa a acompanhar o lorde.

Só que ele não demonstra ser como o crápula que esteve com ela nos últimos dias: ele era educado e a tratava como uma dama honrada, coisa que agora ela não era considerada pela sociedade.

Agora, Rose precisa lidar com o peso da sociedade a renegando pelo irmão e pelo episódio recente. Mas ela não esperava que Kyle fosse empenhar-se tanto em ajudá-la a superar e a enfrentar tudo e todos.

Só que, infelizmente, Kyle não poderá mudar a verdade sobre Timothy, ou o que o aguarda no futuro. Caberá a ambos enfrentar da melhor maneira possível, seja na cama, nos sentimentos ou nas palavras.

Tive a impressão de que Madeline Hunter aplicou mais acontecimentos emocionantes nesse terceiro volume da série Os Rothwells: escândalos, leilão, julgamento, recusa, aceitação.

Tudo isso incrementado a diversas cenas românticas, eróticas e diálogos interessantes obteve um resultado, a meu ver, melhor do que o segundo livro da série. Além disso, a construção das personagens facilitou o envolvimento com a história.

É fácil se encantar pelo jeito bem resolvido de Kyle, ele sempre sabe o que fazer, ao passo que também é fácil odiar Norbury com toda sua petulância e arrogância.

E apesar de a química entre o casal não ser imediata e não ter me cativado nas primeiras páginas, é possível realmente torcer por eles ao final do livro.

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