[Resenha] Love Story, de Jennifer Echols

Love Story
Autor(a): Jennifer Echols
Editora: Pandorga
Páginas: 251
Avaliação: 3.8
Capa: 4 Diagramação: 3.5 Conteúdo: 4

Várias histórias de amor em uma só.

Erin Blackwell era rica, mas ao deixar a fazenda onde morava com a avó para estudar escrita criativa em Nova York, ela precisa lidar com algumas verdades: Hunter, o garoto que ela amava e trabalhava na fazenda, vai ficar com todo o território; e ela não quer, nem vai, pedir ajuda financeira à mulher que escolheu outro para ocupar seu lugar.

Para isso, Erin precisa trabalhar numa cafeteria que até era bonitinha e confortável até o chefe torná-la num lugar quase insuportável. Com o salário mal pagando as contas, ela vai na segunda aula de escrita criativa com seu romance histórico “Quase uma Dama”. E sua vontade de morrer cresce quando um novo aluno entra na turma.

Hunter. Exatamente a pessoa sobre quem ela escreve na história a ser analisada em poucos minutos. Ele continua lindo, irresistível e usa o charme a seu favor: o clima na sala muda completamente quando ele começa a fazer parte da turma.

Ele também não se esqueceu dela e, se ela pretende atingi-lo através dos textos para a aula de escrita criativa, bom, ele vai fazer exatamente a mesma coisa. Talvez pior. E faz.

Jennifer Echols foi uma surpresa para mim. Sem nenhum motivo aparente eu não dava muito pelo livro da autora, que despertava um sutil interesse, mas nada que me fizesse correr atrás da leitura. Decidi ler quando indicaram pelo Read-a-Thon BR e adorei cada minuto.

Ela sabe prender o leitor, e o faz muito bem. Logo estamos envolvidos tanto na história de Erin, quanto na de Hunter e nas que eles escreviam como formas de alfinetar um ao outro. Acompanhamos de perto a visão de Erin, que é a narradora, e adoramos quando alguma parte nos deixa saber a de Hunter.

Love Story é um simples, mas romântico, livro. Um New Adult engraçado, irônico, obviamente com suas partes fofas e um desenvolvimento que explora o passado de formas criativas. Entretanto, senti falta de um final menos aberto.

Sim, sabemos como as coisas vão ser resolvidas, temos dicas para isso, mas e as questões levantadas a todo momento que não são fechadas? Essas me incomodaram bastante, a ponto de querer ler todas as letras, palavras e linhas que contassem algo sobre pelo menos algumas delas.

Por isso o final não me pareceu atraente, e não só tirou uma estrelado livro, mas também tirou-o da lista de favoritos. Essa é, todavia, uma preferência absolutamente pessoal e, mesmo com ela, a leitura valeu a pena.

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