[Resenha] Um Herói para Ela, de Lu Piras

Um Herói para Ela
Autor(a): Lu Piras
Editora: Novo Conceito
Páginas: 336
Avaliação: 3.7
Capa: 5 Diagramação: 3.5 Conteúdo: 2.5

Podia ser muito melhor.

Bianca sonha em ser roteirista de cinema, mas fez Direito, seguindo os passos do pai. Ela é muito acomodada com a vida e só arruma pretendentes duvidosos.

Como presente, e uma forma de fugir dos namorados ruins, seus pais a inscrevem num curso famoso em NY e, é claro, ela passa e vai pra lá.

O que me chamou a atenção no livro foi a capa, linda. O título eu não gostei muito não. O que eu achei? Hum… a Bianca não me convenceu. Ela é muito acomodada, não faz nada pra melhorar a vida, não vai atrás do seu sonho. Só acaba indo porque os pais a fizeram se inscrever no curso nos EUA. Então não consegui sentir empatia por ela.

Uma coisa que me irritou foi o fato de ter muita coisa em inglês e em italiano que não traduziram. Ninguém é obrigado a saber ler nessas línguas, afinal o livro é em português.

Acho que também peca pela quantidade de texto em outros idiomas. Não precisa. Já fica subentendido que se a pessoa está nos EUA, conversando com a galera local, os diálogos são em inglês. Não precisa ficar realmente colocando em inglês. Ponto negativo para a autora e a editora nesse quesito.

O mocinho é bem construído, mas sempre me lembrava os irmãos Salvatore de The Vampire Diaries, por causa do nome, então isso atrapalhou um pouco.

O livro não é ruim, eu apenas não me apaixonei por ele, mas a Lu Piras escreve e a história é legal, não é nada maravilhoso.

É bem previsível, mas não deixa de ser uma boa companhia para uma tarde. Darei uma nova chance à autora no próximo livro dela.

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1 comentário

  1. Gabi em

    Oi, Camille!
    Eu não gosto quando colocam coisas em inglês na história, em demasia. Quando é um livro originalmente em outro idioma, acho que a culpa cai sobre a editora/tradutor, que poderia ter feito esse favor aos não conhecedores das línguas estrangeiras. Porém, quando é autor nacional, fico com um pé atrás. Me parece que o autor quer mostrar seu conhecimento no idioma pra escrever, no caso, em inglês. Não vejo outro motivo. Já li inúmeros livros em que o personagem vai de um país a outro, e nem por isso muda o idioma do livro. Acho meio… sei lá, sem noção.
    Mas esses tipos de livro, mais levinho, são sempre ótimos pra uma tarde preguiçosa. Lerei em breve 🙂
    Beijos.

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